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Custo de Condomínio em 2026: quanto custa e como reduzir

Faixa de valores atualizada para apartamentos de 2 quartos nas principais capitais, composição detalhada dos custos e 6 estratégias para reduzir até 40% do valor.

Valores típicos para apto 2 quartos
Mais infraestrutura → maior custo
R$
Opcional — para comparar com a média
Dados de mercado 2026 · Atualizado em abril/2026

Como usar

Aba «Custo médio»

Selecione a cidade e o tipo de prédio (simples, médio ou alto padrão). O simulador mostra a faixa de valores de 2026 para apartamentos de 2 quartos e compara com o valor que você paga hoje.

Aba «O que está incluso»

Tabela com a composição típica de um condomínio em 7 categorias: folha, água, elevador, energia, seguro, fundo de reserva e administradora. Mostra o peso percentual de cada item.

Aba «Como reduzir»

6 estratégias comprovadas para reduzir o condomínio, com estimativa de economia em cada uma. A portaria remota sozinha pode cortar 30-40% do valor.

Faixa de valores por cidade (2026)

Apartamento 2 quartos (padrão médio):

• São Paulo: R$ 800 – R$ 1.200 (antigamente R$ 500)
• Rio de Janeiro: R$ 700 – R$ 1.100
• Brasília: R$ 600 – R$ 1.000
• Curitiba: R$ 500 – R$ 800
• Belo Horizonte: R$ 400 – R$ 700
• Recife: R$ 400 – R$ 600

Ajustes por tipo de prédio:

• Simples (sem portaria 24h): × 0,70
• Médio (portaria 24h, 1 elevador): × 1,00
• Alto padrão (lazer completo, 2+ elevadores): × 1,45

Composição típica:
• Folha de pagamento: 50–60%
• Água e esgoto: 10–15%
• Elevador: 8–12%
• Energia de áreas comuns: 5–8%
• Fundo de reserva: 5–10%
• Administradora: 3–5%
• Seguro: 3–5%

Exemplo prático

Condomínio médio em São Paulo — apto 2Q

Valor médio mensalR$ 1.000
Folha (~55%)R$ 550
Água e esgoto (~12%)R$ 120
Elevador (~10%)R$ 100
Energia comum (~6%)R$ 60
Fundo reserva (~7%)R$ 70
Administradora (~4%)R$ 40
Seguro (~4%)R$ 40
Total no anoR$ 12.000

Mesmo prédio com portaria remota

Novo valor mensal (-35%)R$ 650
Economia mensalR$ 350
Economia anualR$ 4.200
Economia em 10 anosR$ 42.000

Perguntas frequentes

A folha de pagamento (50-60% do total) acompanha o salário mínimo, que subiu acima da inflação. Contas de energia e água também tiveram reajustes fortes. E prédios antigos precisam de mais obras emergenciais, aumentando o fundo de reserva. Em São Paulo, valores que eram R$ 500 em 2020 hoje estão em R$ 900-1.200.
Na maioria dos casos sim. A portaria remota reduz 30-40% do valor total do condomínio, já que a folha é o maior custo. Exige aprovação em assembleia (normalmente 2/3) e gera discussão sobre segurança, mas tecnologias atuais (biometria, intercomunicador com vídeo, pronática) têm bom nível de segurança. Os funcionários atuais têm direitos trabalhistas a serem respeitados na transição.
É a instalação de hidrômetros individuais em cada apartamento, fazendo com que cada morador pague apenas o que consumiu. No rateio tradicional, quem mora sozinho paga o mesmo que famílias de 5 pessoas. O investimento fica em R$ 300-600 por apartamento e paga em 6-18 meses para quem usa pouca água.
É uma poupança obrigatória por lei (5-10% do condomínio) que o síndico usa para obras emergenciais: pintura da fachada, troca de elevador, reparo estrutural, pragas. Sem fundo de reserva, toda obra vira «derrama» — cobrança extra que pode chegar a 2-3x o valor do condomínio normal.
Primeiro peça para o síndico a previsão orçamentária aprovada em assembleia e o balancete mensal. Compare com prédios similares no bairro. Se estiver muito acima da média, peça para incluir na próxima assembleia: revisão de contratos (limpeza, portaria, administradora), LED nas áreas comuns, individualização de água. Morador tem direito de acessar os livros do condomínio.

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