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Quanto Gastar com Aluguel — Calculadora

Descubra seu aluguel ideal pela regra dos 30% da renda líquida. Compare com o aluguel médio da sua cidade e entenda quando flexibilizar para 25% ou 35%.

R$
O que cai na conta, após descontos
Para comparar com o aluguel médio local
Dados de aluguel médio 2026 · Atualizado em abril de 2026

Como usar

Aba «Calculadora»

Informe sua renda líquida mensal (o que efetivamente cai na conta) e selecione a cidade. A calculadora mostra o aluguel máximo nas faixas de 25%, 30% e 35% da renda, a sobra para outros gastos em cada cenário e compara com o aluguel médio de 2 quartos na sua cidade.

Aba «Aluguel médio por cidade»

Veja o aluguel médio de 2 quartos em 7 capitais brasileiras (referência 2026) e a renda líquida necessária para caber na regra dos 30%. De SP (R$ 2.800) até Recife (R$ 1.400).

Aba «Regra dos 30%»

Entenda quando flexibilizar: sem dívidas/filhos pode ir até 35%; com dívidas fique em 20-25%; renda alta tolera 35-40%. Lembre do custo TOTAL: aluguel + condomínio + IPTU + seguro incêndio.

Fórmula

Regra dos 30% da renda líquida:

• Seguro: aluguel ≤ 25% da renda → sobra 75% para outros gastos
• Recomendado: aluguel ≤ 30% da renda → sobra 70%
• Limite: aluguel ≤ 35% da renda → sobra 65%
• Perigoso: aluguel ≥ 40% → sem folga para emergencia

Renda necessária para um aluguel:
• Renda mínima = Aluguel ÷ 0,30
• Exemplo: aluguel R$ 2.800 ÷ 0,30 = R$ 9.333 de renda líquida

Custo TOTAL da moradia (use este valor):
• Aluguel + Condomínio + IPTU (1/12 do anual) + Seguro incêndio
• Em apartamento, o total pode ser 20-30% maior que o aluguel isolado

Ajustes por contexto:
• Sem dívidas e sem filhos: até 35% viável
• Com dívidas ou filhos pequenos: fique em 20-25%
• Renda alta (R$ 15k+): 35-40% está ok
• Renda baixa (R$ 2-3k): mesmo 30% já compromete muito

Exemplo

Cenário: renda líquida de R$ 5.000

Seguro (25%)R$ 1.250 — sobra R$ 3.750
Recomendado (30%)R$ 1.500 — sobra R$ 3.500
Limite (35%)R$ 1.750 — sobra R$ 3.250
Perigoso (40%+)R$ 2.000 ou mais

Aluguel médio 2 quartos por cidade (2026) e renda necessária

São PauloR$ 2.800 → renda R$ 9.333
Rio de JaneiroR$ 2.200 → renda R$ 7.333
BrasíliaR$ 2.500 → renda R$ 8.333
Belo HorizonteR$ 1.600 → renda R$ 5.333
CuritibaR$ 1.800 → renda R$ 6.000
FlorianópolisR$ 2.200 → renda R$ 7.333
RecifeR$ 1.400 → renda R$ 4.667

Perguntas frequentes

A regra clássica é até 30% da renda líquida. Abaixo de 25% é confortável; entre 30-35% é o limite; acima de 40% você fica sem folga para emergências e poupança. Quem não tem dívidas e não tem filhos pode ir até 35% com mais tranquilidade; quem tem dívidas deve ficar em 20-25%.
Sempre o líquido — o valor que cai na sua conta depois de INSS, IRRF e outros descontos. Usar o bruto superestima sua capacidade. Para PJ, considere o valor líquido após impostos (DAS, IRPF).
Sim. O ideal é aplicar os 30% ao CUSTO TOTAL da moradia: aluguel + condomínio + IPTU (1/12 do anual) + seguro incêndio. Em apartamento em SP, o custo total pode ser 20-30% maior que só o aluguel. Se você ignorar esses extras, vai estourar o orçamento.
30% de R$ 5.000 = R$ 1.500. O aluguel médio de 2 quartos em SP está em R$ 2.800 (2026), que já representa 56% da sua renda — zona de risco. Opções: morar em bairros periféricos (zona leste, ABC), dividir aluguel, procurar um quarto/estudio, ou escolher um imóvel de 1 quarto por R$ 1.800-2.000.
Em 2026 com Selic alta, alugar e investir a diferença tende a ser mais vantajoso. Regra prática: se o aluguel é menos de 0,4% do valor do imóvel (ex: aluguel R$ 2.000 para imóvel de R$ 500 mil), alugar está baratinho. Use nossa calculadora de Comprar vs Alugar para simular 20 anos.

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